Currículo
Estudos em Design EDes
Contextos
Groupo: LDE - Plano 2018/2019 > 1º Ciclo > > UC's Creditação de Formação
Groupo: LDE - Plano 2018/2019 > 1º Ciclo > Opcionais > Minor / Opção Livre > Minor em Design de Interação > Optativas II e III
Groupo: LDE - Plano 2018/2019 > 1º Ciclo > Opcionais > Minor / Opção Livre > Minor em Design de Informação > Optativas II e III
Groupo: LDE - Plano 2018/2019 > 1º Ciclo > Opcionais > Minor / Opção Livre > Minor em Design de Identidade > Optativas II e III
Groupo: LDE - Plano 2018/2019 > 1º Ciclo > Opcionais > Minor / Opção Livre > Minor em Design de Edição > Optativas II e III
ECTS
6.0 (para cálculo da média)
Objectivos
A UC de Estudos em Design aborda o design contemporâneo enquanto atividade complexa, diversa, abrangente e inclusiva. Procura um entendimento do campo de estudo do design através de uma aproximação multidisciplinar e multifacetada, com recurso à história, à teoria, à crítica e à prática. Potencia o entendimento do design como uma atividade susceptível de influenciar e de ser influenciada por contextos de ordem económica, política, cultural e social. Compreende o design, particularmente o design de comunicação, na sua dimensão estética, técnica, funcional e social, promovendo uma abordagem da relação que o design estabelece com outras áreas – como arte, indústria, economia – de forma a compreender o campo de estudo do design nos seus variados domínios de aplicação (edição, interação, informação, identidade, etc.). Fomenta a pesquisa, a investigação, a reflexão e o desenvolvimento de um pensamento crítico sobre o campo de estudo do design.
Programa
Esta UC discute questões que moldam a prática do design no século XXI e a procura de autonomia que tem moldado o discurso em torno desta actividade ao longo das últimas décadas. O neoliberalismo, o pós-modernismo e as mudanças na tecnologia, educação e trabalho têm encorajado os designers a encontrar novos territórios para a sua prática, desafiando fronteiras disciplinares, campos institucionais e, sobretudo, a relação convencional da profissão com a indústria e o mercado. Estas mudanças afectaram as aspirações, expectativas, estatuto social e percepção pública dos designers e do seu trabalho. Ao abordar como os designers mas também editores, curadores e outros agentes do sistema de design interpretam e comunicam os processos e resultados contemporâneos da prática do design, pretende-se interrogar as ligações do design com a autonomia, a justiça social, a globalização, a investigação, o desenvolvimento, a colonialidade, a inteligência artificial ou a manutenção e cuidado.
Método de Avaliação
A avaliação da UC adopta o modelo de Avaliação Letiva e articula 3 momentos de avaliação intercalar com avaliação contínua. Os 3 exercícios constituem momentos de avaliação intercalar: Ex. 1) Design Aberto: recensão crítica de um livro ou catálogo de exposição (45%); Ex. 2) Nova Bauhaus Europeia: análise crítica de projectos nomeados para o NEB Prize, através de texto e apresentação oral (25%); Ex. 3) Exposição como Conhecimento: análise de uma exposição através do seu catálogo e proposta de um novo item para a mesma, através de pesquisa e apresentação oral (20%). A avaliação contínua (10%) considera indicadores de desempenho em aula, designadamente participação, empenho, autonomia, espírito crítico, integração na dinâmica da aula e evolução do trabalho. A classificação final resulta da fórmula: CF = (Ex. 1 × 45%) + (Ex. 2 × 25%) + (Ex. 3 × 20%) + (AC × 10%). Os estudantes com classificação final igual ou superior a 10 valores obtida na avaliação letiva ficam aprovados. Nos termos do RACCE, os estudantes com classificação final entre 5 e 9 valores podem, excepcionalmente, aceder a uma avaliação extralectiva, em condições a definir pelo docente em articulação com o regente; a majoração da classificação não pode exceder 5 valores. Critérios gerais de avaliação Qualidade da pesquisa e selecção de fontes (capacidade de identificar, seleccionar, contextualizar e utilizar criticamente fontes relevantes): 25% Qualidade da interpretação e pensamento crítico (capacidade de formular questões, identificar problemas, estabelecer relações e desenvolver uma posição própria fundamentada): 30% Qualidade da comunicação escrita e/ou oral (Clareza, estrutura, precisão, adequação ao público e capacidade argumentativa): 25% Originalidade e autonomia (Originalidade da abordagem, autonomia intelectual e capacidade de desenvolver uma perspectiva própria sobre os objectos e problemas estudados): 20% Utilização de IA Nos 3 exercícios aplica-se, como princípio geral, o Nível 1 de utilização de inteligência artificial: utilização parcialmente permitida e limitada a tarefas de apoio, tais como esclarecimento, estruturação ou organização, geração de ideias, correcção ortográfica e gramatical e síntese. A utilização de IA não substitui a pesquisa original, a validação das fontes, o julgamento humano, o pensamento crítico ou a autoria do trabalho. Qualquer utilização de ferramentas de IA deve ser declarada pelo estudante, indicando a ferramenta utilizada e a natureza da utilização. Os limites específicos de cada exercício constam dos respectivos enunciados.
Carga Horária
Carga Horária de Contacto -
Trabalho Autónomo - 0.0
Carga Total -
Bibliografia
Principal
- ‘The Social Life of Design’ in The Future As Cultural Fact: Essays on the Global Condition: Appadurai, A. (2018) London: Verso Books.
- “Graphic Design, Exhibiting, Curating: Keeping Track of a Shifting Relationship” in Graphic Design, Exhibiting, Curating, Bolzano: Bozen-Bolzano University Press Clark, H., & Brody, D.: Camuffo, G. & Dalla Mura, M. (2009) Design studies: A reader. Oxford: Bloomsbury.
- Design justice: community-led practices to build the worlds we need.: Costanza-Chock S. (2020) Cambridge: MIT Press.
- ‘Prototyping the Social: temporality and speculative futures at the intersection of design and culture’ in Clarke, A.J. (ed.) Design Anthropology: Object Culture in the 21st Century. Wien: Springer. Lees-Maffei, G. & Houze, R. (eds.): Hunt, J. (2011) The design history reader. Oxford: Berg.
- “Maintenance and Care,” Places Journal, November 2018.: Mattern, S. (2018)