Sumários
Exercício#1 Apresentação Fase 3 CONSTRUÇÃO DA IMAGEM PRÓPRIA
5 Novembro 2021, 10:00 • Cândida Teresa Pais Ruivo Pires
UM DIA NAS RUAS DE LISBOA
Deambulação esclarecida pelas ruas de Lisboa em busca da imagem.
Cada aluno, individualmente, deve procurar libertar-se do estigma visual que reduz a produção de uma imagem a um gesto fortuito ou gratuito ou mecânico. Fotografar fora de uma gratuitidade é o que se deseja. Como olham? A construção da imagem obedece a formalidades e, quase sempre, a um processo demorado de fazer e refazer imagens do mesmo lugar e assunto. Porquê? Porque o destinatário da imagem estabelece um reportório de questões que tende a encontrar respostas num procedimento designado de comunicação visual. Por isso, todos os registos fotográficos terão de explorar a intencionalidade ENQUANTO PROCESSO DE DESCOBERTA DO QUE FAZ SENTIDO.
Solicita-se que o aluno faça um registo fotográfico tendo presente o que investigou (Fase 1) e os aspetos visuais da desconstrução que realizou (Fase 2) e, sobretudo,o facto do fotógrafo já não vê somente: olha quando escolhe o que vai fotografar e leva os outros a ver o que foi a sua intenção ao captar aquele momento. (a partir do enunciado do Ex#1/ Fase3)
Trabalho de campo.
Trabalho de campo
3 Novembro 2021, 14:00 • Víctor Manuel Marinho de Almeida
Exercício#1, Fase 3: CONSTRUIR A IMAGEM PRÓPRIA.
Trabalho de campo.
Exercício#1 Apresentação Fase 3 CONSTRUÇÃO DA IMAGEM PRÓPRIA
3 Novembro 2021, 10:00 • Cândida Teresa Pais Ruivo Pires
UM DIA NAS RUAS DE LISBOA
Deambulação esclarecida pelas ruas de Lisboa em busca da imagem.
Cada aluno, individualmente, deve procurar libertar-se do estigma visual que reduz a produção de uma imagem a um gesto fortuito ou gratuito ou mecânico. Fotografar fora de uma gratuitidade é o que se deseja. Como olham? A construção da imagem obedece a formalidades e, quase sempre, a um processo demorado de fazer e refazer imagens do mesmo lugar e assunto. Porquê? Porque o destinatário da imagem estabelece um reportório de questões que tende a encontrar respostas num procedimento designado de comunicação visual. Por isso, todos os registos fotográficos terão de explorar a intencionalidade ENQUANTO PROCESSO DE DESCOBERTA DO QUE FAZ SENTIDO.
Solicita-se que o aluno faça um registo fotográfico tendo presente o que investigou (Fase 1) e os aspetos visuais da desconstrução que realizou (Fase 2) e, sobretudo,o facto do fotógrafo já não vê somente: olha quando escolhe o que vai fotografar e leva os outros a ver o que foi a sua intenção ao captar aquele momento. (a partir do enunciado do Ex#1/ Fase3)
Trabalho de campo.
Imagem como linguagem
29 Outubro 2021, 14:00 • Víctor Manuel Marinho de Almeida
Continuação do Exercício31, Fase 2: DESCONSTRUIR A IMAGEM (FORMAL E CONCEPTUALMENTE).
Aula teórica sobre a Imagem como Linguagem.
DESCONSTRUÇÃO FORMAL E CONCETUAL DAS IMAGENS
29 Outubro 2021, 10:00 • Cândida Teresa Pais Ruivo Pires
Desconstrução formal e conceptual das 3 imagens fotográficas escolhidas anteriormente. Este processo deve ser desenvolvido com detalhe e rigor.
O processo de desconstrução deverá ser apresentado em papel vegetal no formato A3 para permitir anotações laterais, correspondendo cada um dos aspetos indicados anteriormente a uma folha independente, tantas quantas forem necessárias. Trabalho a desenvolver na sala de aula e em casa.