Sumários

(Aula de substituição)

18 Abril 2019, 18:30 Américo Luís Enes Marcelino

Aula a transferir para dia 30/05/2019 conforme planificação previamente acertada com os alunos.


Séc. XX: rupturas e emancipação de um género; 2a metade do séc. XX.

11 Abril 2019, 18:30 Américo Luís Enes Marcelino

James Turrell: “Roden Crater” como desenho de luz.

Para além do suporte: o desenho enquanto espaço e luz: James Turrell e a “Roden Crater”. Desenhar com Luz. A luz enquanto matéria espiritual. A luz enquanto objecto. A presença do espaço. O lugar espiritual do olhar. A luz como vocação. Entrar dentro da obra.


Séc. XX: rupturas e emancipação de um género; 1a metade do séc. XX.

4 Abril 2019, 18:30 Américo Luís Enes Marcelino

2a aula. "Rupturas"- cortar, colar, dobrar, partir, rasgar, montar, raspar, esfregar, pressionar, dissolver, misturar e copiar: Max Ernst, Picabia, Kurt Schwiters e Duchamp.


Séc. XX: rupturas e emancipação de um género; 1a metade do séc. XX.

28 Março 2019, 18:30 Américo Luís Enes Marcelino

"A Indisciplina do Desenho": autonomia, continuidades e rupturas - as primeiras décadas do sec. XX.

A par de uma crescente e afirmada autonomia em relação às demais Disciplinas (Pintura, Escultura, Arquitectura), o Desenho foi encetando um conjunto de indisciplinados desvios ao que se considerava a sua tradição, tornando tão desconcertantes as continuidades quanto as rupturas introduzidas; fazendo com que nada voltasse a ser o mesmo e antecipando a "panfletária" afirmação de Orsson Welles: "A tradição é só uma soma de mal- entendidos".

Centrada na atenção à obra gráfica e aos escritos de autores marcantes desse início de século, como Matisse, Picasso, Max Ernst, Picabia, Kurt Schwiters e Duchamp, e incidindo sobre os seus "Fazer", procura-se repensar o Desenho partindo do que foi "Fazê-lo".

1a aula. "Continuidades"- riscar e manchar: Matisse e Picasso.


Ruskin e Baudelaire

21 Março 2019, 18:30 José Domingos Fazenda Coelho de Andrade Rego

Ruskin (1819 – 1900), segundo autor a tratar, pretendeu recuperar a pureza plástica com temas simples, e a natureza representava um manancial de referências incontornável, acreditando que todas as belas formas e belos pensamentos decorrem diretamente dos objetos naturais.

Para Baudelaire (1812 - 1867), autor que interpretou muitos dos sinais da sociedade que emergiu da revolução industrial e da sua arte, a modernidade não pode ser entendida como um momento histórico, mas como o tempo em que vive cada artista. Na sua conceção, o que importa é a sintonia com o presente, com as transformações e as especificidades de uma época que produz, necessariamente, novas perceções e novas formas.